eu sou o acrobata do banco – e záz! 8< - – – – – – – - hiberno agora num denso propósito de não retornar à posição anterior – qual? aquela todas nenhuma hóspede aos poucos da linha invisível atendo aqui acolá ao aceno para que permaneça no rumo-resposta do enigma. meu itinerário não foi tão pacífico: explodimos [...]
Posts de agosto \30\UTC 2009
Este poema era meu. Agora não é mais. 9
Publicado em 1 em 30/08/2009 | 4 Comentários »
Este poema era meu. Agora não é mais. 8
Publicado em 1 em 29/08/2009 | 2 Comentários »
Eu sou o acrobata do banco de trás eu sou o acrobata do banco de trás e só você me vê num reflexo rebatido do retrovisor inclinado sobre o outro, enquanto eu me desdobro sob a benção frouxa deste cinto, querendo lamber o vidro frio com marcas de chuva. Não olhar para trás, na [...]
Este poema era meu. Agora não é mais. 7
Publicado em 1 em 26/08/2009 | 4 Comentários »
eu sou o acrobata do banco da frente numa diagonal à esquerda, com você. as duas mãos no volante até rachar o ponteiro do medidor de velocidade. mas não controlo nada. você me vê? seus braços com medo de abismo e fúria, espasmo e vômito. preciso chegar a algum lugar, você repete. você contorce a [...]
As primeiras mil pessoas ganham um exemplar.
Publicado em 1 em 24/08/2009 | Deixar um comentário »
Este poema era meu. Agora não é mais. 6
Publicado em 1 em 20/08/2009 | 1 Comentário »
para Carlos Augusto Lima sou o acrobata do banco de trás não uso cinto de segurança não me defendo não tenho medo das freadas mais bruscas atenho-me junto ao vidro sou o acrobata que brinca em sonho e espera uma vertigem um acaso ao fim do espetáculo deixo as mãos no vidro meu corpo [...]
Este poema era meu. Agora não é mais. 5
Publicado em 1 em 19/08/2009 | 2 Comentários »
Eu sou o acrobata do banco de trás eu sou o acrobata do banco de trás e você só vê meu reflexo rebatido nos vidros. vou permanecer inclinado sob a benção têxtil deste cinto que me livra do mal, dos agouros de todo dia, corvos, cobranças e freadas bruscas. [...]
Este poema era meu. Agora não é mais.4
Publicado em 1 em 17/08/2009 | 8 Comentários »
versão para carlos eu sou o acrobata do banco de trás e você não me vê, queria enfumaçar os vidros com a boca e distender o cinto apertado às mãos, por equívoco, como se assim pudesse dizer das coisas trocadas sem explicação à véspera do fim, naquele último espetáculo, enquanto você permanecia, mesmo calada, [...]
Este poema era meu. Agora não é mais. 3
Publicado em 1 em 14/08/2009 | 2 Comentários »
io sono l’acrobata del sedile anteriore e solo tu mi vedi. lascerò le due mani sul vetro e contorcermi allacciato a questa cintura che mi libera dal male, tutta sorte cattiva, casualità, iettatura e frenate brusche, questi i minuti ultimi del grande spettacolo, finché tu vada via, strappando con vagare la tua faccia triste, [...]
Este poema era meu. Agora não é mais. 2
Publicado em 1 em 10/08/2009 | 12 Comentários »
(para aníbal cristobo) yo soy el acróbata del asiento trasero y sólo vos me ves. voy a dejar las dos manos en el vidrio y contorsionarme atado a este cinturón que me libra del mal, toda suerte adversa, azar, quebranto y frenadas bruscas. estos los minutos finales del gran espectá- culo, hasta que te vayas, [...]
Este poema era meu. Agora não é mais.
Publicado em 1 em 03/08/2009 | 7 Comentários »
O poeta Danilo Bueno, inquietado com a experiência do “Manual de Acrobacias n.1”, resolveu responder a provocação do livro com sua própria versão para o poema-acrobata. “Manual de acobacias remix”. Adorei. Quem quiser, pode mandar a sua. Vamos começar uma nova brincadeira? Este poema era meu, agora não é mais.